Turiaçu:

um bairro do Rio de Janeiro, localizado na zona norte. Faz limite com Madureira, Rocha Miranda, Colégio e Vaz Lobo. A vizinhança é basicamente residencial e tem como referência a Fábrica de Biscoitos Piraquê. Nesse mesmo bairro fica situada a IGREJA DE SANTA RITA DE CASSIA, e possui um campo de futebol (O CAMPO DANIEL), onde acontecem vários torneios de futebol atraindo os bairros vizinhos.
Há também, a Primeira Igreja Batista de Turiaçu, que foi campeã do Torneio da Cidade Batista, em Campo Grande. A Primeira Igreja Batista de Turiaçu existe no bairro há mais de 50 anos para adorar a Deus, louvando-o de todo coração, segundo uma única regra de fé e prática: A Bíblia ou As Sagradas Escrituras. Situa-se na Praça Miranda Ribeiro, número 74, ou ainda, na Estrada do Otaviano nº 80, bem próximo a Fábrica de Biscoitos Piraquê. Seus membros buscam fazer de suas vidas uma adoração e uma exaltação a Deus. A Primeira Igreja Batista de Turiaçu existe para ministrar ao povo, pois ao se amar ao próximo como a si mesmo, demonstrando o amor de Deus ao povo, ministra-se a Ele. Sua existência justifica-se pela ordem de Jesus de "ir e fazer discípulos". Este propósito chama-se evangelismo. O evangelismo não acontece apenas com a distribuição de folhetos, visitação de porta em porta e cultos em praças, pois o evangelismo mais poderoso é aquele que acontece com o testemunho pessoal de cada um de seus membros. Na Primeira Igreja Batista de Turiaçu ensina-se a obediência. Em outras palavras, vive-se para discipular, ou seja, fazer discípulos de Jesus. Um discípulo é um imitador do Mestre, que crê que só Jesus salva! (At 4: 12) A salvação não vem da prática de obras meritórias ou de caridade. Todos estão destituídos da glória de Deus. (Rm 3: 23) Porém a graça de Deus se manifestou a todos os homens por Jesus Cristo, que entregou sua vida para morrer na cruz do calvário, pagando o preço do pecado da humanidade e oferecendo gratuitamente, a todo o que o aceita, o perdão dos pecados e a oportunidade do novo nascimento, de ser uma nova criatura, ao se viver para Cristo e morrer-se para o mundo. O pecador que entrega a sua vida a Jesus Cristo é nascido de novo (II Cor 5: 17) e tem, em Jesus, a esperança de vida eterna e a certeza de morar eternamente com Ele nos céus.
HISTORICO DA LINHA: A chamada Linha Auxiliar foi construída pela E. F. Melhoramentos a partir de 1892 e em 1898 foi entregue o trecho entre Mangueira (onde essa linha e a do Centro se separam) e Entre Rios (Três Rios). O traçado da serra, construído em livre aderência e com poucos túneis, foi projetado por Paulo de Frontin, um dos incorporadores da estrada. Em 1903, a E. F. Melhoramentos foi incorporada à E. F. Central do Brasil e passou a se chamar Linha Auxiliar. Ferrovias foram incorporadas a ela, assim como ramais construídos, dando origem à Rede de Viação Fluminense, que tinha como tronco a Linha Auxiliar, sendo tudo gerido pela Central. Na mesma época, o ramal de Porto Novo, que saía de Entre Rios, teve a sua bitola estreitada para métrica e tornou-se a continuação da Linha Auxiliar até Porto Novo, onde se entroncava com a Leopoldina. No final dos anos 1950, este antigo ramal foi incorporado à E. F. Leopoldina e a Linha Auxiliar passou a terminar de novo em Três Rios, onde havia baldeação. A linha, entre o início e a estação de Japeri, onde se encontra com a Linha do Centro pela primeira vez, transformou-se em linha de trens de subúrbios, que operam até hoje; da mesma forma, a linha se confunde com a Linha do Centro entre as estações de Paraíba do Sul e Três Rios, onde, devido à diferença de bitolas entre as duas redes, existe bitola mista. Nos anos 60, toda a linha passou para a Leopoldina. A linha da Auxiliar está ativa até hoje em toda a sua extensão, para subúrbios até Costa Barros, e para cargueiros, com reduzido movimento, até Três Rios.
A ESTAÇÃO: A estação de Turiassu foi inaugurada em 1898. Hoje está abandonada; embora continue junto à linha, não é mais utilizada como estação dos trens metropolitanos